Quilombo


Cinco cuidados ajudam a soja a ter o desempenho esperado após o plantio


Monitoramento da lavoura, controle de plantas daninhas, atenção ao clima, disponibilidade de água e manejo fitossanitário ajudam a preservar o potencial produtivo da cultura

O Brasil produziu 180,4 milhões de toneladas na safra 2025/2026, conforme dados do mais recente levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com crescimento de 5,2% na comparação com o ciclo anterior. Mesmo com estabilidade da área plantada, a expectativa é superar esse desempenho na própria safra, que começa a ser plantada em algumas regiões.
“O trabalho do produtor não começa com a semeadura.  É preciso acompanhar de perto o desenvolvimento da cultura para identificar eventuais desafios fitossanitários rapidamente e tomar decisões antes que eles comprometam o estande e a produtividade”, destaca Rafael Toscano, gerente comercial de sementes da ORÍGEO, joint venture entre Bunge e UPL, especializada em soluções sustentáveis e gestão integrada de ponta a ponta para grandes agricultores do Cerrado.
Um dos primeiros pontos de atenção é a formação do estande. Falhas na emergência, plantas desuniformes ou problemas localizados podem indicar compactação, deficiência hídrica, ataque de pragas ou outras condições que precisam ser investigadas. “O acompanhamento das áreas nas primeiras semanas ajuda o produtor a entender como a lavoura está respondendo e se o desenvolvimento está ocorrendo de maneira uniforme”, explica Toscano.
As plantas daninhas também despertam o alerta desde cedo. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a competição com a soja por água, luz e nutrientes pode comprometer o desenvolvimento da cultura, principalmente entre 10 e 50 dias após a emergência.
O mesmo cuidado vale para o monitoramento de insetos. A Embrapa recomenda o Manejo Integrado de Pragas (MIP), que leva em consideração identificação da espécie, população do inseto, estágio de desenvolvimento da cultura e presença de inimigos naturais para definir o melhor controle.
A disponibilidade de água também merece acompanhamento ao longo do ciclo. Mesmo uma lavoura bem estabelecida pode perder desempenho quando passa por períodos de déficit hídrico. Observar o nível de umidade do solo, o desenvolvimento das plantas e a previsão do tempo ajuda a interpretar melhor o que acontece no campo e a organizar as operações de manejo.
Na parte fitossanitária, o acompanhamento deve continuar mesmo quando a lavoura apresenta bom desenvolvimento, objetivando identificar os primeiros sintomas de doenças para encontrar a causa e avaliar a necessidade de intervenção. “No caso da ferrugem-asiática, por exemplo, o monitoramento é uma das ferramentas utilizadas para orientar o manejo e evitar que a doença avance sem controle”, finaliza Toscano.
Sobre a ORÍGEO  
Fundada em 2022, ORÍGEO é uma joint venture de Bunge e UPL e está comprometida com o produtor e o seu legado na terra, oferecendo um conjunto de soluções sustentáveis e técnicas de gestão – antes e depois da porteira. A empresa fornece soluções de ponta a ponta para grandes agricultores de Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí, Rondônia e Tocantins, valendo-se do conhecimento de equipes técnicas altamente qualificadas, com foco em aumento de produtividade, rentabilidade e sustentabilidade.
Para mais informações, acesse origeo.com

spot_img
Últimas Notícias


Veja outras notícias aqui ?