Dos quatro pedidos de registro dos candidatos a governador, apenas o ex-prefeito Hildon Chaves e o senador Marcos Rogério (PL) apresentaram o Plano de Governo, como determina a Lei Eleitoral. Adailton Fúria (PSD) não anexou suas propostas de campanha e foi intimado pela Justiça Eleitoral para levar seu Plano de Governo ao público até a próxima terça-feira. O candidato do PT, Expedito Netto, também pediu registro ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE), mas esqueceu do Plano de Governo, igual a Fúria.
Por enquanto, os planos de Hildon e Rogério estão baseados em eixos prioritários após estudos de seus respectivos comitês de campanha. Os dois elegeram prioridades em várias áreas da administração pública, enfatizando especialmente a Saúde em relação a redução de filas de cirurgias e exames nas unidades espalhadas pelo Estado. Os dois focam também na construção do novo pronto socorro em Porto Velho, alvo de promessas antigas de ex-governadores como Marcos Rocha (PSD) e Confúcio Moura (MDB).
Choque de gestão em 100 dias
O Plano de Governo de Hildon Chaves traz a proposta de um choque de gestão nos primeiros 100 dias. A ideia é integrar Finanças, Planejamento, Administração e controle interno para identificar e eleger as principais prioridades dando um novo rumo para o Governo nos primeiros três meses de atuação. Esses apontamentos já são citados nos 14 eixos do Plano de Governo do ex-prefeito, divididos em 252 propostas objetivas para as áreas de Cidadania e Combate a Corrupção, Segurança, Saúde, Educação, Assistência Social, Agricultura, Infraestrutura, Habitação, Cultura, Esporte, Indústria, Turismo, Meio Ambiente e Modernização da Administração Pública.
Força tarefa na Saúde
Na proposta de Hildon Chaves está inserida a força-tarefa nos primeiros 100 dias na Saúde. O objetivo é enfrentar as “principais filas da saúde, começando pela consolidação das informações sobre regulação, consultas especializadas, exames, cirurgias, Tratamento Fora de Domicílio (TFD) e demais procedimentos de maior demanda. O primeiro movimento será conhecer com precisão quem está esperando, por qual atendimento, há quanto tempo e em qual região do Estado. Ao mesmo tempo, será levantada a capacidade disponível da rede, identificando serviços ociosos ou subutilizados, gargalos de regulação, limitações de equipes e equipamentos e possibilidades de ampliação imediata dos atendimentos”.
Fonte: Por Rondoniagora



