Quilombo


Em viagens pelo Cone Sul, Dra. Vera Paixão relata dificuldades nas estradas e defende mais recursos e fiscalização para a região


Em viagens recentes pelo Cone Sul de Rondônia, a candidata a deputada federal Dra. Vera Paixão se deparou novamente com uma realidade conhecida por quem vive, trabalha e precisa se deslocar pela região: as dificuldades enfrentadas nas estradas e a demora na conclusão de obras importantes.

Em uma dessas viagens, a situação chegou a causar um problema mecânico em seu próprio veículo.

“A alça da mangueira do carro quebrou devido à trepidação daquela estrada. É uma obra que há muito tempo está sendo feita e que ninguém sabe quando vai ser concluída”, relatou.

Para Vera, o episódio é mais do que um problema enfrentado durante uma viagem. É um exemplo de como a falta de infraestrutura interfere diretamente na vida de quem mora no Cone Sul, no transporte da produção, no deslocamento das famílias e no desenvolvimento dos municípios.

A candidata defende que a região precisa recuperar espaço e força política em Brasília. Segundo sua estimativa, em 13 anos sem um deputado federal do Cone Sul, mais de R$ 1 bilhão em recursos federais deixaram de ser defendidos diretamente por um representante da região.

“Nós estamos falando de mais de R$ 1 bilhão que o Cone Sul deixou de ter a oportunidade de buscar nesses 13 anos. E não basta trazer o recurso. É preciso acompanhar, fiscalizar e cobrar para que ele seja bem aplicado e que as obras sejam realmente executadas”, afirmou.

Para Vera, o papel de um deputado federal não termina quando o recurso é destinado.

“O nosso trabalho precisa ser buscar o recurso, colocar as necessidades do Cone Sul dentro das prioridades do Governo Federal, acompanhar a aplicação desse dinheiro e cobrar do Executivo projetos bem feitos, obras eficientes e resultados para a população.”

A candidata também afirma que o eleitor precisa olhar para além da proximidade pessoal na hora de escolher seu representante.

“Não adianta votar em alguém só porque é de Vilhena, porque é simpático, aperta a mão ou dá um tapinha nas costas. O Cone Sul precisa de alguém que tenha coragem para ir a Brasília, buscar recursos, defender os nossos municípios e, principalmente, voltar para cobrar aquilo que foi prometido e financiado”, declarou.

Segundo Vera, o Cone Sul tem força econômica e produtiva para crescer ainda mais, mas precisa transformar esse potencial em investimentos concretos em infraestrutura, saúde, estradas e desenvolvimento.

“O Cone Sul tem gente que trabalha, produz e empreende. O que falta muitas vezes é força para fazer essa demanda chegar onde o dinheiro está. Quero ser essa voz em Brasília: buscar, acompanhar, fiscalizar e cobrar. Porque o recurso precisa chegar, mas precisa também virar obra, serviço e melhoria na vida das pessoas”, finalizou.

Fonte: Por Assessoria


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