Quilombo


PL larga na frente em Rondônia nas disputas para Governo e Senado, aponta pesquisa Veritá


Levantamento mostra o partido com melhor desempenho nos principais cenários eleitorais no estado. Marcos Rogério aparece com 42,5% dos votos válidos. A distância para o segundo colocado é de 20,3 pontos percentuais. Em relação ao terceiro, a diferença é de 20,8 pontos. Sobre o quarto colocado, chega a 32,2 pontos.

O Partido Liberal (PL)  iniciou a disputa eleitoral de 2026 em Rondônia com seus principais nomes nas primeiras posições para o Governo do Estado e para o Senado. É o que mostra pesquisa do Instituto Veritá, realizada entre os dias 4 e 8 de maio, com 1.220 eleitores em todo o Estado.

No quadro estimulado para governador, quando os nomes são apresentados ao eleitor, Marcos Rogério aparece com 42,5% dos votos válidos. A distância para o segundo colocado é de 20,3 pontos percentuais. Em relação ao terceiro, a diferença é de 20,8 pontos. Sobre o quarto colocado, chega a 32,2 pontos.

Na prática, Marcos Rogério tem quase o dobro dos votos válidos do segundo colocado e mais de quatro vezes o percentual registrado pelo quarto colocado. No total da amostra, o senador registra 34,5% das intenções de voto para o Governo de Rondônia.

Os votos válidos excluem brancos, nulos e indecisos, e mostram a distribuição entre os eleitores que escolheram algum nome.

A dianteira também aparece na espontânea, quando o entrevistado cita um nome de sua preferência, sem receber lista de candidatos. Nesse recorte, Marcos Rogério soma 46% dos votos válidos entre os eleitores que já apontaram uma opção para governador. A diferença é de 13,4 pontos percentuais sobre o segundo colocado, 34,9 pontos sobre o terceiro e 39,8 pontos sobre o quarto.

Quando os nomes são apresentados, Marcos Rogério lidera com folga. Quando o eleitor responde sozinho, sem lista, ele também é o mais lembrado. Isso mostra liderança no quadro apresentado e presença espontânea na memória do eleitor.

A pesquisa também indica que a disputa pelo Governo ainda está aberta para uma parte expressiva da população. Na espontânea, 77,6% dos entrevistados não citaram candidato. Mesmo assim, entre os nomes lembrados, Marcos Rogério ocupa a primeira posição.

No Senado, o PL também aparece em posição privilegiada. No primeiro voto estimulado para o Senado, Bruno Bolsonaro lidera com 32,1% dos votos válidos. Fernando Máximo aparece em segundo, com 28%. O resultado coloca os dois nomes do PL nas duas primeiras posições do cenário testado.

No segundo voto para senador, Fernando Máximo assume a primeira posição. Ele aparece com 33,8% dos votos válidos, abrindo 14,7 pontos percentuais sobre o segundo colocado, 16 pontos sobre o terceiro e 24,4 pontos sobre o quarto. No total da amostra, Fernando registra 25,9%.

Bruno Bolsonaro aparece em segundo nesse mesmo recorte, com 19,1% dos votos válidos e 14,7% no total da amostra. A leitura dos dois votos mostra que os pré-candidatos do PL se mantêm competitivos nas duas vagas em disputa para o Senado.

Na espontânea para senador, o levantamento mostra uma eleição ainda pouco definida. Apenas 9% dos entrevistados citaram algum nome sem apresentação de lista, enquanto 91% não indicaram candidato. Entre os que responderam, Fernando Máximo aparece em segundo, com 25% dos votos válidos, e Bruno Bolsonaro vem na sequência, com 14,7%.

O conjunto dos dados aponta um ambiente favorável ao PL na largada eleitoral. Para o Governo, Marcos Rogério lidera tanto na estimulada quanto na espontânea. Para o Senado, Bruno Bolsonaro e Fernando Máximo ocupam as duas primeiras posições no cenário estimulado e se mantêm competitivos nas duas vagas em disputa. O quadro registrado pelo Instituto Veritá coloca o PL no centro da disputa majoritária de 2026 em Rondônia.

A pesquisa foi realizada entre os dias 4 e 8 de maio de 2026, com 1.220 entrevistas no estado. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O levantamento está registrado no TRE sob o número RO-02673/2026 e teve contratação por iniciativa própria do instituto.

Fonte: Por Jean Pereira/Assessoria


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